Francisco Manuel de Melo Breyner Obras literárias | Referências Menu de navegação«Francisco Manuel de...
Nascidos em 1837Mortos em 1903Naturais de SerpaCondes de FicalhoBotânicos de PortugalAcadémicos de PortugalArabistasArabistas de PortugalGovernadores civis do distrito do FunchalPresidentes da Câmara Municipal de LisboaComendadores da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila ViçosaGrã-Cruzes da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e MéritoVencidos da Vida
Lisboa1837Lisboa1903conde de FicalhoAcademia das Ciências de LisboabotânicaJardim BotânicoAndrade CorvoGovernador CivilDistrito do FunchalPresidente da Câmara MunicipalLisboaComendadorOrdem de Nossa Senhora da Conceição de Vila ViçosaOrdem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e MéritoDuquesa de FicalhoD. Eugénia Maurícia de Almeida PortugalVencidos da VidaRamalho OrtigãoGuerra JunqueiroEça de QueirósMercês (Lisboa)19 de Abril1903Cemitério dos Prazeres
Francisco Manuel de Melo Breyner | |
|---|---|
4.º Conde de Ficalho. | |
Gravura de retrato do Conde de Ficalho, do livro Mais uma (Scenas de província) (1886). | |
4.º Conde de Ficalho | |
| Reinado | 27 de Julho de 1837 – 19 de Abril de 1903 |
| Antecessor(a) | Nenhum |
| Sucessor(a) | D. Maria Josefa de Melo (1863-1941) |
16.º Governador Civil do Distrito do Funchal | |
| Reinado | 16 de Janeiro de 1868 – 25 de Janeiro de 1868 |
| Cônjuge | D. Josefa Pimentel de Meneses Brito do Rio (1840-1892) |
| Nome completo | Francisco Manuel de Melo Breyner |
| Nascimento | 27 de julho de 1837 |
| | |
| Morte | 19 de abril de 1903 (65 anos) |
| | |
| Enterro | Cemitério dos Prazeres, Lisboa |
| Pai | António José de Melo Breyner Teles da Silva, 2º Marquês de Ficalho (1806-1893) |
| Mãe | D. Maria Luísa Braamcamp Sobral de Almeida Castelo Branco de Narbonne-Lara (1812-1890) |
| Religião | Catolicismo romano |
Francisco Manuel de Melo Breyner GCTE • ComNSC (Lisboa, 27 de Julho de 1837 – Lisboa, 19 de Abril de 1903), foi um botânico, literato e arabista amador português, o 4º conde de Ficalho.[1]
Sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, dedicou-se ao estudo da botânica, tendo escrito diversas obras sobre esta temática. Fundou o Jardim Botânico, inaugurado em 1878, com a colaboração do professor Andrade Corvo.[2]
Foi 16.º Governador Civil do Distrito do Funchal de 16 de Janeiro de 1868 a 25 de Janeiro de 1868 e 20.º Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa a 30 de Setembro de 1862 e Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.
Era neto da Duquesa de Ficalho, D. Eugénia Maurícia de Almeida Portugal (1784-1859).
O conde Ficalho foi um dos destacados dos "Vencidos da Vida", o grupo de personalidades da cultura e da política onde pontuavam Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro ou Eça de Queirós.
Faleceu aos 65 anos no palácio da rua dos Caetanos, freguesia das Mercês (Lisboa), onde residia, pelas 4 horas e meia da manhã do dia 19 de Abril de 1903. Foi sepultado no jazigo de família do Cemitério dos Prazeres no dia seguinte.
Obras literárias |
Flora dos Lusíadas (1880)
Memorias sobre a influencia dos descobrimentos portuguezes no conhecimento das plantas
- I. - Memoria sobre a Malagueta (1883) (eBook)
- I. - Memoria sobre a Malagueta (1883) (eBook)
Plantas úteis da África portuguesa (1884)
Garcia da Orta e o seu tempo (1886)
Uma eleição perdida (1888)
As viagens de Pêro da Covilhã (1898)
As rosáceas de Portugal (1899)
Encontra-se colaboração da sua autoria nas revistas A imprensa[3] (1885-1891), A semana de Lisboa [4] (1893-1895) e A Arte Portuguesa [5] (1895).
Referências
↑ «Francisco Manuel de Melo Breyner, 3º Conde de Ficalho». Dicionário de Orientalistas de Língua Portuguesa. 5 de junho de 2015. Consultado em 17 de junho de 2017
↑ «Página Web do Jardim Botânico (secção História)». Museu Nacional de História Natural. Consultado em 29 de Junho de 2010
↑ A imprensa : revista científica, literária e artística (1885-1891) cópia digital, Hemeroteca Digital
↑ Álvaro de Matos (29 de abril de 2010). «Ficha histórica: A semana de Lisboa : supplemento do Jornal do Commercio» (pdf). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 03 de maio de 2016 Verifique data em:|acessodata=(ajuda)
↑ Helena Roldão (17 de maio de 2016). «Ficha histórica:A arte portuguesa: revista de arqueologia e arte moderna(1895)» (pdf). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 30 de maio de 2017